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De quem são os elevadores do seu prédio?

quinta-feira, 25 de junho de 2015

De quem são os elevadores do seu prédio?


É de fundamental importância salientar que os elevadores instalados no edifício são de propriedade do condomínio e não da empresa que os montou e/ou os conserva. Quando adquirimos um automóvel, a montadora nos passa as orientações para o bom funcionamento do veículo, ficando ao nosso critério a realização da manutenção, no local que melhor nos atender.

Com os elevadores acontece situação semelhante. O condomínio, através dos seus representantes, deve procurar empresas de sua confiança, mas que tenham registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e sejam habilitadas a prestar um serviço de qualidade.

Certamente, nos últimos tempos, você tem se deparado com incansáveis folhetos, e/ou representantes de empresas “batendo a sua porta”, insistindo em realizar uma vistoria gratuita nos seus elevadores. Os argumentos utilizados por estas empresas são que o elevador pode “cair” se não for vistoriado ou ainda que no passado eram elas que conservavam e/ou montaram os equipamentos e, portanto, têm toda a autoridade para efetuar a dita vistoria. Tal fato acaba deixando os clientes inseguros e na dúvida de como proceder. Estas empresas muitas vezes conseguem realizar a vistoria dos equipamentos, gerando laudos não esclarecedores e pouco conclusivos, que apontam em geral os seguintes pontos questionáveis:
  • Não existe critério técnico;
  • Fotos panorâmicas que comentam um defeito, sem apontar o detalhe;
  • Apontam faltas de dispositivos relacionados à Norma, que deveriam ter sido observados desde a montagem do equipamento;
  • Apontam falhas de segurança, sem ter sido testado o equipamento.

Tais laudos induzem os síndicos à insegurança quanto aos serviços prestados pela atual conservadora dos equipamentos, com o intuito de promover sua substituição por outra - possivelmente aquela que fez o laudo.

Caso o condomínio queira, de livre e espontânea vontade, fazer tal vistoria, solicite sempre a presença da atual empresa responsável pela conservação dos elevadores e, de posse do laudo, analise com ela os itens apontados.

Lembre-se
A manutenção ou a reforma do seu elevador não é uma exclusividade da montadora.

Na dúvida fale conosco por telefone, email ou através do formulário de contato no rodapé desta página. Agende uma visita a seu condomínio. Se preferir venha tomar um café em nosso escritório.

Fonte: Cadê o síndico?

Modernização de elevadores

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Conjunto Máquina de tração - Elevadordetalhe do cabo de aço e polia - elevador
Clique na imagem para ampliar

Modernizar os elevadores de um edifício significa atualizar seus dispositivos mecânicos e eletrônicos. É só raciocinar: você mantém algum equipamento (carro, geladeira, etc) em plena condição de funcionamento que tenha mais de 15, 20 anos? Nos dias de hoje, dificilmente alguém tem. Da mesma forma, o elevador deve ser entendido como um patrimônio coletivo – o segundo mais valorizado do condomínio, por sinal – que necessita de manutenção e investimentos periódicos.

A tecnologia em elevadores transformou profundamente o setor nas últimas décadas. Por um lado, esse impulso atendeu às necessidades de restrição de espaço, de diminuição do consumo de energia, de segurança, etc. Por outro lado, porém, as multinacionais fabricantes mais conhecidas no mercado de elevadores travam verdadeiras guerras para tornarem seus mecanismos cada vez mais complexos e exclusivos, na tentativa de dificultar ou retardar a perda de seus clientes de manutenção para outras empresas.

Como planejar a modernização dos elevadores?

No meu dia a dia, em contato com dezenas de síndicos e administradores, observo que a iniciativa de modernização dos equipamentos ocorre quando o condomínio já não aguenta mais sofrer paralisações, queima de componentes, alto custo de energia, reposição de peças, etc. Ou seja, quando chega-se a um nível inaceitável de transtornos e prejuízos.

O condomínio pode evitar isso priorizando e planejando o investimento de modo mais confortável. A cada semestre ou a cada ano se pode trocar painel de controle, portas, protetor de polia ou guarda-corpo, etc, desde que não estejam apresentando sinais de problemas e necessidade de intervenção urgente.

O ponto fundamental é: a modernização é um investimento em segurança e redução de custos. Seja pela atitude preventiva ou pela grande economia de energia que, a médio prazo, o condomínio já recupera o investimento realizado.

É preciso organizar a gestão da manutenção dos elevadores, que vai além do serviço de manutenção prestado por empresa contratada. É interesse da iniciativa do condomínio buscar se informar sobre as tecnologias disponíveis no mercado para o perfil do prédio, o grau de necessidade que o equipamento apresenta, assim como o grau de segurança em que cada componente implica.

Fonte: Revista Cadê o Síndico

Pavor em laudos - Atitude controvertida

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Foto: Revista Cadê o Síndico
Imagine receber laudos em papel timbrado de renomado hospital informando que você precisa de um novo tratamento pois com o seu atual você está correndo sérios riscos. Não temos notícias que a ética médica e os próprios hospitais façam declarações deste tipo, especialmente, sem assinatura do médico responsável com registro no CRM - Conselho Regional de Medicina.

No setor de elevadores a prática é comum. Empresas de grande porte, multinacionais, emitem laudos fotográficos aterrorizantes quanto a riscos para passageiros, apenas os imprimindo em papel com timbre e abusando da suposta confiabilidade de suas marcas.

Os laudos são entregues sem assinatura e sem a ratificação técnica feita por Engenheiro Mecânico registrado no CREA - Conselho Regional de Engenharia - que é o profissional capaz para preparar laudos, como exige a legislação específica.

Geram preocupação e algum pânico em Síndicos e Administradores de condomínios já que são entregues a pessoas, quase sempre, leigas em questões técnicas de elevadores, que se assustam com fotografias que levam à interpretação errada de condições normais de utilização ou conservação que são apresentadas como riscos muito altos.

Claramente, os laudos são propaganda e tem objetivo comercial. São notoriamente desprovidos de cuidados com a ética profissional, livre concorrência e com a legalidade, querem denegrir o serviço de empresas concorrentes.

Surpreendente que conduta tão controversa seja praticada por empresas de grande porte, com elevados índices de lucratividade, no mercado brasileiro onde é gritante a concentração de clientes. São dirigidos a atingir empresas de menor porte que prestam a seus clientes serviços de ótima qualidade e com preços mais competitivos.

Temos evidencias de “laudos" semelhantes em Vários estados o que impossibilita a alta administração das empresas alegar não ter conhecimento da prática.

Síndicos e administradores não devem permitir a realização de vistoria sem o acompanhamento do atual prestador de serviços do(s) elevador(es) e não aceitar que estes documentos duvidosos venham sem a assinatura de quem os emitiu e assinatura do responsável técnico da empresa que o realiza. Após receber o laudo, discuta o conteúdo do mesmo com a empresa responsável pela manutenção dos elevadores, e se houverem oportunidades de melhoria e/ou necessidades de adequação as normas técnicas, planeje em conjunto com sua empresa de confiança como implementá-las.

Outro ponto importante é que não cabe à empresa montadora nenhuma responsabilidade legal sobre elevadores fora de sua responsabilidade de manutenção. Os elevadores são propriedade do condomínio, e nenhuma empresa que não seja a responsável pela manutenção dos mesmos tem a obrigação, ou poder, de realizar qualquer tipo de vistoria nos elevadores, salvo sob desejo e autorização expressa do condomínio.

Não deixe que abusem de sua confiança!

Fonte: Revista Cadê o Síndico Edição #53

Brasileiro ajuda a criar elevador mais rápido das Américas

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Elevador do One World Trade Center, em Nova York, leva um minuto para percorrer 102 andares, a uma velocidade de 37 km/h


Lourival Francisco da Silva ajudou a criar elevador que vai a 37 km/h 

O engenheiro Lourival Francisco da Silva provou que sabe sonhar alto - e rápido. O brasileiro integrou uma equipe de especialistas que projetou os elevadores do One World Trade Center, em Nova York, considerados os mais rápidos das Américas. Bastam 60 segundos para percorrer os 381 metros de altura dos 102 andares.

A velocidade é digna de velocista - 37 km/h. Os elevadores só não batem o recorde do atleta Usain Bolt. Na comparação, o velocista jamaicano levaria pouco menos de 40 segundos para percorrer a mesma distância.

Considerada a construção mais alta do Ocidente, o arranha-céu foi erguido no lugar das Torres Gêmeas, destruídas nos ataques de 11 de setembro de 2001. A visitação foi aberta ao público na semana passada.

Diretor de engenharia da ThyssenKrupp, Lourival foi o responsável por desenvolver um sistema que dá estabilidade às cabines, fazendo com que elas vibrem menos durante as viagens. Modesto, ele considera anônima sua participação: “O projeto foi desenvolvido justamente para que ninguém perceba vibrações, enquanto viaja nos elevadores a 37 km/h. Sinal de que nosso trabalho foi bem feito”, diz.

O vídeo abaixo, publicado pelo 'New York Times', mostra o elevador em ação, em conjunto com uma animação que recria o desenvolvimento urbano da cidade:

O projeto da ThyssenKrupp contou com a participação de engenheiros de outros sete países (EUA, Canadá, China, Alemanha, Itália, Coreia do Sul e Suíça) e emprega uma série de recursos tecnológicos e sustentáveis.

Um exemplo é seu sistema de energia, que devolve para o prédio o que foi gerado na movimentação do equipamento e que, no caso do One WTC, é capaz de alimentar todo o sistema de iluminação. No total, 71 elevadores e 12 escadas rolantes atendem os 104 andares da torre.

"Trabalhar neste projeto icônico e emblemático para os arranha-céus da cidade de Nova York é um ponto de orgulho para a equipe em todo o mundo", diz Patrick Bass, CEO da ThyssenKrupp América do Norte.

"A magnitude do projeto significou um desafio para o transporte vertical e para a engenharia estrutural", afirma Richard Hussey, presidente e CEO da ThyssenKrupp Elevator Américas. "A experiência dos profissionais que comandaram o projeto representa anos de planejamento e execução", completa Hussey.

Os elevadores mais rápidos do mundo ficam em um arranha-céu em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Os equipamentos da torre Burj Khalifa (que também é a mais alta do mundo) viajam a 65 km/h. Em Taiwan, os da torre Taipei 101 se deslocam a 60,6 km/h.

No ano passado, a empresa japonesa Hitachi anunciou um protótipo para um prédio na China que deve viajar por 94 andares a 72 km/h, realizando o percurso em 43 segundos.

Fonte: Malena Oliveira - O Estado de S. Paulo 
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