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Hidrometração individualizada sem resíduo

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Hidrometração Individualizada Sem Resíduo

Muitos síndicos ainda têm dificuldades ao contratar empresas para realizar a individualização dos hidrômetros, pois lhes falta informação objetiva sobre as vantagens oferecidas pela hidrometração e o custo versus benefício. O Engenheiro Mário Galvão foi buscar a solução definitiva para orientar os gestores de condomínios e evitar 'dores de cabeça'.

Para que o síndico e os moradores do condomínio não tenham que enfrentar o problema da cobrança da diferença de leitura do consumo de água do hidrômetro geral do prédio (coletivo) e o somatório dos individuais, a Ponsi Engenharia sugere buscar no mercado empresas que forneçam projeto de individualização que minimiza a cobrança do resíduo resultante dessa subtração.

A medição individualizada de água nos condomínios verticais visa promover a justiça na cobrança do consumo de água/esgoto. Cada unidade pagará somente o que consome.

Onde não há individualização de hidrômetros a conta de água é dividida por todas as unidades, num processo de rateio, desconsiderando o consumo real de cada uma. Exemplo: um apartamento com 1 morador paga o mesmo valor do que outro apartamento com 4 moradores.

Outro exemplo de injustiça é verificado em prédios sem individualização: se o condomínio não quitar integralmente a fatura de consumo de água, todas as unidades serão afetadas com a suspensão do fornecimento de água. No condomínio com individualização, se um morador deixar de pagar a conta do fornecimento de água com a CAESB somente o inadimplente estará sujeito à suspensão do serviço.

Os edifícios que implantaram a hidrometração individual, no Distrito Federal, apresentaram uma redução no consumo de água da ordem de 25%. (dados da ADASA)



SAIBA MAIS

1. O que é a hidrometração individualizada?

Consiste na instalação de hidrômetro(s) com a finalidade de se emitir contas individuais com o consumo real de cada residência.

2. É obrigatório fazer a hidrometração individualizada?

Não, a hidrometração individualizada não é obrigatória conforme a Lei Distrital Nº 4.383, de 28 de julho de 2009.

3. Quais são os benefícios oferecidos pela medição individualizada de água?
  • Redução no consumo geral em cerca de 25%;
  • Redução da taxa de condomínio;
  • Cada morador paga somente o que consome;
  • Rápida detecção de vazamentos;
  • Agrega valor aos edifícios;
  • Redução da inadimplência;
  • Redução do desperdício de água;
  • Promoção da justiça entre os moradores.

4. Quem deve comprar os hidrômetros, o morador ou a concessionária?

A aquisição dos hidrômetros fica a cargo do morador.

5. Quanto custa a implantação de hidrômetros individuais?

Cada caso deve ser avaliado individualmente pelo responsável técnico.

6. Existem empresas credenciadas para fazer esse tipo de obra em condomínios?

Não existe nenhuma empresa credenciada junto à ADASA ou à Concessionária, mas existem várias empresas que prestam este tipo de serviço no mercado. A Ponsi orienta os síndicos sobre a melhor solução de projeto de individualização de hidrômetros para os condomínios e fiscaliza a obra para evitar o problema da diferença de leitura ou "RESÍDUO" cobrado pela Caesb.

7. O que é resíduo?

É a diferença do consumo medido no hidrômetro geral do prédio e a soma dos consumos individuais. Ou seja, a Caesb emitirá contas de água para cada morador e também para o condomínio, que terá o seu consumo medido pelo(s) hidrômetro(s) de uso comum. Todavia, o hidrômetro geral, que foi mantido para controle, pode contribuir na conta do condomínio (conta de área comum indicada para cobrança) caso haja diferença positiva entre o consumo medido pelo hidrômetro geral e a soma dos consumos medidos nos hidrômetros individualizados.



LEGISLAÇÃO

LEI Nº 4.383, DE 28 DE JULHO DE 2009
Altera a Lei nº 3.557, de 18 de janeiro de 2005, que Dispõe sobre a individualização de instalação de hidrômetro nas edificações verticais residenciais e nas de uso misto e nos condomínios residenciais do Distrito Federal, e dá outras providências.

Cartilha da CAESB para orientação de clientes

Saiba como obter economia em tempo de crise econômica

domingo, 13 de setembro de 2015

É preciso conhecer as reais necessidades do condomínio e colocar na ponta do lápis gastos com pessoal, água, luz e manutenção


Foto: EDILAINE FELIX - Estadão
Lopes. Reduziu 15% os custos do condomínio

As despesas de um condomínio são muitas. Pagamento de funcionários, contas de consumo e manutenção atormentam a vida de administradores que têm uma previsão orçamentária e não querem – e não podem – fechar o ano no vermelho. E em tempos de crise, a palavra de ordem para todos é economizar.

De acordo com a professora de administração de condomínios da Escola Paulista de Direito (EPD) Rosely Schwartz, o gestor deve saber quais são as reais necessidades do edifício. “Um dos primeiros itens a analisar é a folha de pagamento, responsável entre 50% e 70% das despesas, e verificar se há excesso de hora extra.”

As contas de consumo – água e luz – também merecem atenção especial e, segundo Rosely, funcionários e moradores devem estar envolvidos. “Quando fui síndica, fiz curso na Sabesp para identificar vazamentos. Fazer cursos e acompanhar diariamente o consumo é uma necessidade para quem administra condomínios”, defende.

A professora lembra que um item de alto custo nas contas dos condomínios é o elevador. “Se o modelo é antigo, vale a pena pensar na troca, além de baixar o custo da manutenção, traz valorização para o imóvel e segurança para o morador”, diz.

Rosely destaca ainda a importância de manter a manutenção de todos os equipamentos do edifício em dia, e sempre fazer cotação levando em consideração garantias e preços. O síndico Marcelo Lopes, conta que economizou 15% depois que redobrou a atenção com as despesas do condomínio. O conjunto com 48 funcionários tem custo entre 50% e 60% com a folha de pagamento.

“Estamos enxugando horas extras, negociando contrato com as terceirizadas e reorganizando escalas de trabalho”, conta.

Geral. Para diminuir gastos com água e luz, o síndico realizou revisões hidráulicas para detectar vazamentos, instalou redutores de pressão nas áreas comuns e ofertou aos moradores. O prédio tem um poço artesiano e está em processo para instalar mais um. No caso de energia, trocou as lâmpadas comuns pelas de LED. O resultado das ações foi a redução das contas de água, com a obtenção de bônus da Sabesp, e de energia.

“O contrato mais caro é o da mão de obra dos elevadores. Para diminuir custos, negociei valores com o fabricante e estou estudando a modernização dos aparelhos. Devemos fazer uma assembleia até o final deste ano para aprovar. Com isso, teremos redução de energia geral entre 15% e 20%.”

» O que o síndico deve fazer antes de modernizar os elevadores do condomínio?

Para ajudar os síndicos a planejar os gastos, o gerente da Administradora Predial, Julio Herold, realizou um evento para debater os custos e a inadimplência – que tem aumentado. “Orientamos a não inventar obras desnecessárias, a economizar água e energia e também expliquei sobre portaria virtual. Os orçamentos estão mais apertados, é preciso ser flexível e negociar com fornecedor.”

Síndico profissional de um condomínio de alto padrão com 12 unidades, Marcelo Marques, também tem na folha de funcionários o maior custo mensal.

“Fiz previsão orçamentária prevendo o dissídio dos funcionários, que ocorre em outubro, de até 8,5%, mas deve ser em torno de 12%, o que mexe no orçamento”, conta.

No dia a dia, Marques solicita atenção ao uso de produtos de limpeza e telefone. Mesmo trocando as lâmpadas pelas mais econômicas, orienta a apagá-las em áreas não utilizadas. No caso da água, investiu em água de reúso. “Também estou fazendo orçamentos com empresas e visitando condomínios que trabalham com portaria digital, que proporciona uma economiza de até 70% na folha de pagamento”, afirma.

Portaria digital entra na pauta de discussões

Agravada pela crise hídrica, a economia de água já está incorporada no dia a dia dos condomínios. No entanto, o diretor executivo da Manager, Marcelo Mahtuk, diz que para ter resultados é preciso fazer vistoria diária e ter conscientização. “É preciso ensinar os funcionários a usar racionalmente a água.”

Mahtuk diz que nas áreas comuns a piscina é o local com maior possibilidade de vazamento e nos apartamentos são os vasos sanitários. Entre as medidas adotadas, a administradora entregou oito mil redutores de pressão para os moradores.

A portaria virtual é uma alternativa que está no planejamento de alguns síndicos. “Muitos estão estudando a possibilidade. Mas é preciso saber se o modelo é viável para o seu prédio”, diz o presidente da Associação dos Síndicos de Condomínios Residenciais e Comerciais do Estado de São Paulo (Assosindicos), Renato Tichauer.

Para o diretor executivo do Grupo Pro Security, Alexandre Paranhos, a portaria virtual é uma opção de economia para alguns condomínios. “Um prédio que gasta R$ 16 mil com serviços de portaria, passará a ter um custo de R$ 5 mil com a contratação da digital”, diz.

O sistema consiste em fazer a automatização do condomínio: portas e portões, entrada de veículo e de pedestres e interfone. O acesso de moradores e empregados passa a ser feito via leitura biométrica. No caso de visitantes e prestadores, serão atendidos remotamente. “A aplicabilidade é para edifícios de menor porte. E, em casos de falha mecânica do portão, há suporte prestado pela empresa de vigilância. É parte do contrato.”

‘É possível reduzir custo da folha de pagamento em 20%’

O diretor de relações institucionais da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic), Eduardo Zangari, orienta síndicos a fazer a análise dos valores gastos – salários, prestadores de serviços e manutenção – para saber se estão dentro dos padrões do mercado e renegociar os contratos de serviços.

Zangari lembra que a administradora pode e deve ajudar o síndico na operação do prédio e na racionalização dos custos.

“A base de consumo que inclui pagamento de funcionários, energia e água representa cerca de 80% das despesas do prédio. Fazendo uma análise criteriosa na folha de pagamento é possível diminuir em até 20% os gastos.”

O diretor da Aabic destaca que este é um momento de economia, mas também de negociação. “Nada pode ser negligenciado. É preciso conversar e avaliar o melhor contrato de prestação.”


Fonte: Estadão

Síndrome dos Edifícios Doentes - SED

sexta-feira, 11 de setembro de 2015



A poluição nos ambientes fechados é tão preocupante quanto a do meio ambiente externo. Irritação nos olhos, fadiga, dores de cabeça, respiração difícil, rinite e , até mesmo, pneumonia são alguns dos males que podem acometer as pessoas que trabalham nos chamados "edifícios doentes".



Fonte: Fundacentro MTE
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