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Artigo técnico: A aplicação do acesso por corda

terça-feira, 28 de agosto de 2018


Uma sistemática para aplicação dos métodos de segurança do profissional, de sua equipe e de terceiros no acesso por corda


O acesso por corda pode ser definido como a técnica de progressão utilizando cordas, em conjunto com outros equipamentos mecânicos, para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente no local de trabalho, assim como para posicionamento.

Este método exige uma cautela muito grande, pois envolve um grande risco devido à altura que o trabalhador é exposto. Em muitos casos, uma falha no sistema que mantém a pessoa exercendo suas atividades é fatal.

A NBR 15595 – Acesso por corda – Procedimento para aplicação do método estabelece uma sistemática para aplicação dos métodos de segurança do profissional, de sua equipe e de terceiros no acesso por corda. Aplica-se às atividades de ascensão, descensão, deslocamentos horizontais, resgate e autorresgate dos profissionais e da equipe de acesso por corda, com restrições, em combinação com dispositivos têxteis e mecânicos de ascensão, descensão e de segurança, para o posicionamento em um ponto ou posto de trabalho, estando em locais de difícil acesso, no qual cordas são utilizadas como os principais meios de acesso.

Esta norma se aplica à utilização dos métodos para acessar estruturas (on shore e off shore) ou ambientes com características naturais (encostas), nos quais as cordas estão conectadas a estruturas construídas ou naturais. Não se aplica às atividades de esporte de montanha, turismo de aventura e de serviços de emergência destinados a salvamento e resgate de pessoas que não pertençam à própria equipe de acesso por corda.

Os procedimentos têm por objetivo garantir que os profissionais que desempenham a atividade mencionada a realizem de forma eficiente e segura. Considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.

A dupla proteção é um princípio fundamental de segurança para acesso por corda. O trabalhador usa uma corda de trabalho além de uma corda de segurança ancorada de forma independente da corda de trabalho. Qualquer que seja a falha em um dos sistemas de suspensão, existe outro adequado para prevenir um acidente.

As atividades devem ser realizadas por profissionais qualificados conforme a NBR 15475 – Acesso por corda – Qualificação e certificação de pessoas. Para cada trabalho de acesso por corda, o supervisor deve elaborar um procedimento de trabalho contemplando o método a ser utilizado, os trabalhos por especialidade a serem realizados, os riscos potenciais e as medidas a serem adotadas para eliminá-los e/ou controlá-los.

O procedimento de trabalho deve considerar as interferências externas ou riscos adicionais que possam comprometer a integridade dos equipamentos e cordas, e pode contemplar o plano de resgate. Os trabalhos de acesso por corda devem ser precedidos de uma avaliação em campo pelo supervisor que irá elaborar o procedimento de trabalho.

Na atividade de acesso por corda, são obrigatórios no mínimo dois profissionais de acesso por corda. Dependendo do nível de risco do trabalho, podem ser utilizados três ou mais profissionais, sob supervisão direta ou remota, dependendo do risco avaliado.

Para trabalhos em suspensão por longa duração, deve ser utilizado o assento conforto, quando definido na análise de risco. O supervisor da equipe deve verificar o local de trabalho quanto às condições de segurança, discutidas e acordadas na análise de risco, e se houve alguma mudança no cenário que necessite ações corretiva e/ou preventiva, ou até mesmo a elaboração de uma nova análise.

Para cada trabalho de acesso por corda, o supervisor deve elaborar o plano de resgate dos profissionais de sua equipe. Quando a técnica de acesso por corda for adotada para serviços em planos inclinados, como trabalhos em taludes, encostas, contenções, telhados, silos, etc., o profissional sempre deve estar conectado à corda de segurança através do trava-quedas, e conectado à corda de trabalho através do descensor ou através do ascensor ventral em conjunto com o ascensor de punho.

As técnicas de acesso por corda podem ser aplicadas desde atividades em tensão ou suspensão, incluindo travessia, progressão artificial ou progressão guiada. Como algumas destas técnicas podem resultar em quedas, só devem ser usadas depois de uma identificação específica de perigo e avaliação de risco e escolha apropriada de equipamento de acesso e proteção contra quedas.

Todos os equipamentos utilizados para a atividade de acesso por corda devem ter o registro rastreável com o histórico de aquisição e inspeção, com o objetivo de permitir o controle do uso e da vida útil. Os equipamentos utilizados para a realização da técnica de acesso por corda devem ser armazenados e receber manutenção conforme recomendação do fabricante. As informações do fabricante e fornecedor, como o número de série do equipamento e a nota fiscal, devem ser mantidas com a finalidade de obter rastreabilidade.

O encordoamento deve ser individual e possuir comprimento máximo da extensão do braço. Os nós utilizados para a terminação do encordoamento podem ser dos tipos oito com alça, nove com alça, pescador duplo (barrel), ou terminais costurados. O encordoamento não substitui e não pode ser utilizado como talabarte.

Quando estiver sendo utilizado em manobras de deslocamento, o ascensor de mão deve estar sempre conectado à argola ventral do cinturão de segurança tipo paraquedista, do profissional de acesso por corda, por meio de um encordoamento. Todo profissional, ao utilizar o método de acesso por corda, deve utilizar duas cordas em sistemas de ancoragem independentes, de modo que, em caso de falha de uma, o profissional não sofra uma queda.

Este é o princípio da dupla proteção, que é essencial para garantir pelo menos uma alternativa de segurança para prevenção de queda de profissionais. Isto significa que, qualquer que seja a falha em um sistema de suspensão, há um apoio adequado para prevenir um acidente. Todo profissional, ao utilizar o método de acesso por corda, deve estar conectado em dois pontos de ancoragem independentes, de modo que, em caso de falha de um, o profissional não sofra uma queda.

Fonte: Ad Normas

Depoimento: Síndica de Condomínio Clube de Salvador / BA elogia profissionais de Brasília

domingo, 19 de agosto de 2018

Durante o segundo dia da EXPOCON 18 os síndicos assistiram às palestras que estavam programadas para este sábado (18)


Com a presença de de dezenas de síndicos, o ponto alto deste segundo dia de palestras foi a intervenção e o depoimento de síndica de condomínio de Salvador / BA. Elisabeth França elogiou o ótimo trabalho que vem sendo realizado pelo Advogado Anderson Machado e o Engenheiro Civil Mário Galvão. Segundo ela, somente profissionais comprometidos com a ética e as boas práticas de direito e engenharia são capazes de resolver os problemas de manutenção e obras nos condomínios.

Ela elogiou o trabalho da Assosindicos DF e o empenho da nova diretoria em dar apoio aos síndicos e gestores condominiais e a importância de saber contratar profissionais de todas as áreas evitando desgastes e prejuízos. Para Elizabeth França é uma ótima oportunidade de criar um ambiente saudável nos condomínios quando há pessoas e entidades dispostas a qualificar síndicos e profissionais de condomínios. Também enfatizou porquê os síndicos devem contratar assessoria de engenharia.

Assista ao depoimento da Síndica Elizabeth França no vídeo abaixo:


Veja a presença de síndicos e profissionais durante a palestra "Garantias e Vícios Construtivos em Condomínios e a Responsabilidade Civil dos Síndicos" proferida pelo Advogado Anderson Machado e o convidado especial Dr. Mário Galvão, Engenheiro Civil durante a Expocon Brasília 2018.

Advogado Anderson Machado e Engenheiro Civil Mário Galvão


Síndicos e profissionais presentes na palestra

Confraternização após palestra

Confraternização após palestra

Da Redação

Sistema de ancoragem para serviços de reformas em fachadas

terça-feira, 14 de agosto de 2018


Prezados leitores,

Visando suprir melhores informações aos nossos leitores, o Jornal do Síndico conversou com o articulista Eng. Mário Galvão, que é especialista em obras de suporte em edifícios e condomínios, sobre a forma correta de realizar os serviços de reforma de fachada com segurança. Falando de ancoragens, Mário Galvão esclarece os leitores com conteúdo exclusivo para esta coluna e seus leitores.

Em todo serviço de limpeza, manutenção ou reforma de fachada, a segurança do trabalhador deve ser prioridade. Especialmente quando falamos de trabalho em altura, que é a principal causa de acidentes fatais no ramo da construção civil no Brasil.

O menor descuido pode ser crucial para causar um acidente, portanto, o síndico deve estar atento ao contratar serviços de sistemas de ancoragem. Deve priorizar a qualidade da mão-de-obra, a qual garanta a segurança dos funcionários.

Para que o síndico não tenha dúvidas sobre qual o sistema adequado para seu condomínio, convidamos o Eng. Mecânico e Eng. de Segurança do Trabalho Rafael Vaz Ferreira. Rafael é especialista em trabalho em altura e em sistemas de ancoragem, e concedeu entrevista ao Jornal do Síndico a qual você poderá acompanhar abaixo e entender tudo sobre esse tipo de sistema.

P: Eng. Rafael, o que é o sistema de ancoragem?
R: Ancoragem é um conjunto de pontos de ganchos instalados no topo do prédio, em locais estratégicos, para permitir a fixação de equipamentos e o deslocamento de pessoas (ou equipamentos mecânicos) através do acesso por cordas. O Sistema de Ancoragem Predial deve estar de acordo com as exigências das normas NR18, NR35 e NBR 16325.
Este sistema tem como objetivo principal a segurança para os trabalhadores da construção, que atuam nos serviços de limpeza, manutenção e restauração de fachadas. Além de proteger transeuntes, estruturas vizinhas e ou bens materiais de terceiros.
Apesar de ser um método utilizado mundialmente há mais de 20 anos para oferecer melhor mobilidade e segurança aos trabalhadores, muitos prédios ainda não possuem pontos de ancoragem instalados.

P: Eng. Rafael, para que serve o sistema de ancoragem?
R: A ancoragem é um dos pontos principais em um sistema de proteção contra quedas. Seu uso consiste em conectar um equipamento em um ponto específico, fazendo com que ele fique estável, garantindo a segurança do trabalhador em caso de queda.
As ancoragens prediais são dispositivos mecânicos instalados na cobertura dos edifícios, onde podem ser fixados os balancins, cadeirinhas e pessoas que irão executar qualquer serviço na fachada do prédio, de modo que fiquem seguros, não sendo passível sofrer acidentes devido a algum imprevisto que aconteça.

P: Quais as vantagens do uso da ancoragem?
R: São muitas. A principal é reduzir o risco de quedas e acidentes, pois são evitados os improvisos na montagem de equipamentos. Também evita que sejam realizados furos na estrutura ou laje do edifício para fixação dos balancins ou cadeirinha, que podem causar diversos problemas, como rachaduras e infiltrações. Além disso, as montagens com sistema de ancoragem implicam em economia de tempo e produtividade, pois são mais fáceis e ágeis de montar.
P: O uso da ancoragem é obrigatório?
R: Desde a publicação da Portaria Nº 157, de 10 de abril de 2006, todas as edificações com, no mínimo, quatro pavimentos (ou altura de 12m) devem possuir dispositivos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes, balancins e cadeirinha, bem como de cabos de segurança para o uso de proteção individual a serem utilizados nos serviços de limpeza, manutenção e restauração de fachadas, conforme a legislação do Ministério do Trabalho (Norma Regulamentadora nº 18 e nº 35).

Não é permitido realizar serviços em fachada sem que os trabalhadores estejam adequadamente conectados ao sistema de ancoragem, seja serviços de reforma, limpeza, vistorias, teste de percussão (ou “bate-fofo”), troca de vidros, ou qualquer serviço que o trabalhador esteja sujeito a risco de queda em altura.

P: Se um prédio foi construído antes de 2006, ele deve instalar hoje os sistemas de ancoragem? E os construídos após 2006 devem ter os pontos de ancoragem instalados pelo condomínio ou construtora?
R: A legislação não define de quem é a responsabilidade de instalar as ancoragens. E também não limita, por ano de construção, quais edifícios devem possuir os pontos de ancoragem. Desde que tenham quatro pavimentos ou mais, todos devem ter os pontos de ancoragem, independentemente do ano o qual foi construído.
Por se tratar um dispositivo obrigatório de todo prédio, a prática mais comum é de que as construtoras já entreguem os prédios já com as ancoragens, desde que se tornou obrigatório.

P: Se um condomínio contratar uma empresa terceirizada para realizar serviços de fachada, esta empresa não é responsável pela segurança de seus trabalhadores?
R: A responsabilidade pela segurança do trabalho dos funcionários é sempre do empregador. Porém, o condomínio é o proprietário da obra e deve, portanto, fiscalizar todas as empresas que realizarem qualquer tipo de serviço dentro do condomínio, zelando para que tudo seja feito com segurança. Autorizar serviços em desconformidade com as normas de segurança do trabalho pode gerar responsabilização civil e criminal pelos danos ocorridos.
Ressalto, por exemplo, o artigo 132 do Código Penal, que define como crime passível de prisão o fato de expor a vida ou saúde de outra pessoa ao perigo direto e iminente. Portanto, o síndico não deve permitir que nenhum serviço seja feito em desconformidade com as normas de segurança, sob pena de ser responsabilizado subsidiariamente e por omissão.

P: Como deve ser o sistema de ancoragem?
R: De acordo com a legislação, o sistema deve ser fixo na estrutura do edifício e de forma que atenda todo o perímetro da fachada. Além disso, deve ser confeccionado em aço inox, de modo a resistir a intempéries e não enferrujar. O sistema deve, também, ser rastreável, de modo que seja identificado o fabricante, por meio de gravação do nome e CNPJ da empresa fornecedora, além do material do qual é constituído, número de lote e limite de carga, que deve ser de 1.500 kg.
A instalação deve ser precedida de um projeto e registro de ART junto ao CREA. Após a instalação, deve ser realizado teste de arrancamento em 100% dos pontos, de modo a certificar que não houve erros de instalação. Por fim, a empresa instaladora deve apresentar um laudo técnico comprovando a realização dos testes, bem como certificado de qualidade do material aplicado e de calibração do equipamento de testes.

P: A norma fala que o material dos pontos de ancoragem deve ser de aço inox ou similar. Quais são os materiais aceitáveis?
R: A norma fala que o material deve ser resistente a intempéries, ou seja, não pode enferrujar ao ficar exposto ao tempo. O material mais comum para esse tipo de aplicação é o aço inoxidável, que inclusive é o citado pela legislação como exemplo. Porém, o uso não é restrito somente ao aço inoxidável. O titânio, por exemplo, também é um material que resiste a intempéries, porém seu custo é muito maior. O material mais barato e que atende às exigências é o aço inox.
Há, no mercado, alguns materiais confeccionados em aço carbono, porém esse material não é resistente a intempéries. Mesmo aqueles que sofrem tratamento superficial, como galvanização ou cromatização, que retardam o processo de oxidação, não tem a segurança garantida. Dentro de alguns anos esse material certamente irá oxidar e poderá causar um acidente fatal. Tentar economizar ou improvisar com a segurança dos serviços que estão sob sua responsabilidade é uma atitude que não deve ser considerada.

P: Quantos pontos de ancoragem devem ser instalados em cada prédio?
R: A exigência da norma é de que os pontos atendam a toda a fachada do edifício. O ideal é elaborar um projeto específico para as ancoragens. O projetista irá prever o uso de balancins e/ou cadeirinha, bem como das cordas de segurança e distribuir os pontos, de modo a atender toda a fachada. Instalar uma quantidade de pontos menor que o necessário irá impossibilitar o acesso a todo o perímetro do edifício e os serviços da fachada serão limitados.

P: É necessário realizar tratamento de impermeabilização na instalação de sistema de ancoragem?
R: Sempre que for necessário realizar furos na impermeabilização (manta) da cobertura, o mais recomendável é que seja feito o tratamento daquele ponto de impermeabilização, para evitar que ocorra vazamento de água futuramente. Normalmente isso acontece quando os pontos são instalados na laje de cobertura.

P: Como escolher o produto adequado para um condomínio? E o fornecedor ideal?
R: A contratação de qualquer serviço de engenharia deve sempre ser considerada a melhor técnica aplicada e não somente o preço. Mercadorias mais baratas, em alguns casos, não contam com alto padrão de qualidade. Por se tratar da segurança dos empregados e da imagem da gestão, o recomendável é que o síndico faça uma análise completa das características dos fornecedores. A qualidade é o tópico principal nessas horas. Para isso, deixo algumas dicas:
-Solicite um projeto preliminar e avalie a forma em que a empresa está sugerindo a distribuição de pontos;
-Não aceite pontos de ancoragem que não sejam fabricados em aço inox;
-Sempre avalie se há necessidade de tratamento de impermeabilização ou não.
-Não aceite empresas que realizam testes por amostragem, ou seja, que não realizam teste em 100% dos pontos. Lembre-se que é necessário apenas que 1 ponto falhe para causar um acidente fatal!;
-Não aceite empresas que não possuam registro no CREA;
-Não aceite projetos e ART de profissionais que não possuam atribuição para esse tipo de serviço;
-Verifique e exija as garantias dos materiais e dos serviços.

P: O sistema de ancoragem deve sofrer algum tipo de manutenção?
R: A norma prevê que os sistemas de ancoragem devem sofrer inspeção periódica a cada 12 meses, no máximo. Essa inspeção deve ser feita por meio de teste de arrancamento em todos os pontos, de modo a garantir que as condições de instalação continuam as mesmas.

P: E se o condomínio não for realizar nenhum tipo de serviço na fachada no período de um ano, mesmo assim deve realizar a inspeção periódica?
R: É recomendável que sempre se tenha os dispositivos garantidos e aptos para utilização, pois nunca se sabe quando será necessário. Lembrando que os sistemas de ancoragem também podem ser utilizados para um resgate em caso de emergência, como em um incêndio, por exemplo.

Depoimento: trabalho inédito de elaboração e aplicação da metodologia de inspeção e manutenção predial

quarta-feira, 8 de agosto de 2018


Assumi o desafio de ser síndico do condomínio Portal das Araucárias em abril/2017, após ter sido presidente do conselho fiscal. Apesar do prédio ter apenas 4 anos, faltou manutenção preventiva e também existem muitas falhas construtivas. Para respaldar o mandato e resguardar as responsabilidades, contratamos o Engenheiro Mario Galvão para fiscalizar as obras de adequação de acessibilidade das rampas, escadas e calçadas, as obras nas unidades privativas, emitir parecer sobre as falhas construtivas e de manutenção e acompanhar as obras que acontecerão para eliminar os vícios de construção. Estamos muito satisfeitos com o profissionalismo e a eficiência do Engenheiro que já apontou vários problemas e as soluções necessárias no âmbito da manutenção corretiva.

Os trabalhos realizados pela assessoria de engenharia do Dr. Mário Galvão, não só trouxeram ganhos para o condomínio como também para o síndico, pois foi possível conhecer melhor os critérios de manutenção e de contratação de serviços, ampliando o entendimento de todos os sistemas do condomínio, principalmente os de combate a incêndio, elevadores, SPDA, elétrico, hidráulico e manutenção da fachada.

Tais procedimentos agregaram muito conhecimento para apresentação segura em assembleias e conversas com conselheiros e condôminos. Hoje os moradores do nosso condomínio tem segurança para aprovação de taxas ordinárias e quando necessário de taxas extraordinárias.

Síndico Rogério Rodrigues Amancio
Residencial Portal das Araucárias


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